Hoje vou para a escola
É o meu primeiro dia!
E com os livros na sacola
Lá vou eu cheio de alegria!
Chego de mão dada com a mãe
Com o coração a pular
Tanto que irei aprender
Tanto que irei brincar!
A mãe a tremer
Vai-me sossegando
E quase a chorar
Para mim vai sorrindo
Damos um beijo ao portão
Eu entro e vejo-a a olhar
Ela sorri mas lá por dentro
Sei que fica a chorar
O dia termina
A mãe espera por mim
Dá-me um beijo e pergunta “correu bem o dia?”
E eu respondo “claro que sim”
Hoje vou para a escola
É o meu último dia
Bem mais pesada a sacola
Mas sempre com alegria
Hoje deixo a professora
Que tanto me ajudou a aprender
Vou guarda-la com os amigos
No meu coração, sem nunca a esquecer
A mãe continua a esperar-me
Com o rosto sempre a sorrir
Sempre a querer proteger-me
De qualquer perigo que possa existir
Hoje, ao sair da escola
Percebo o quanto cresci
Agora tenho que ir embora
Mas o meu coração está aqui…
terça-feira, 15 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Deixas que os teus olhos sonhem
E não consegues deixar de sorrir
Com receio que todos reparem
Disfarças mas sem conseguir
O teu rosto mostra a alegria
De quem vive um amor profundo
Com o brilho que a tua pele irradia
Dás uma nova cor ao mundo
É com a força do que sentes
Que alimentas todo o teu ser
E mesmo aquilo que não vives
Te dá razão, te dá saber
Escreveste sem planear
Muitas memórias no presente
E são elas que te vão acalentar
No futuro… docemente
E não consegues deixar de sorrir
Com receio que todos reparem
Disfarças mas sem conseguir
O teu rosto mostra a alegria
De quem vive um amor profundo
Com o brilho que a tua pele irradia
Dás uma nova cor ao mundo
É com a força do que sentes
Que alimentas todo o teu ser
E mesmo aquilo que não vives
Te dá razão, te dá saber
Escreveste sem planear
Muitas memórias no presente
E são elas que te vão acalentar
No futuro… docemente
segunda-feira, 7 de junho de 2010
És...
És o meu Sol nos longos dias
És a minha lua nas noites frias
És meu inicio e és meu fim
És quem afasta tudo que é ruim
És meu abrigo num dia chuvoso
Minha protecção do calor vigoroso
És quem me resgata dos meus pesadelos
És quem me afaga docemente os cabelos
És quem sem medos me diz a verdade
És quem por sorrir me devolve a vontade
És quem me anima quando estou triste
És quem me ensina que não se desiste
És quem me dá vontade de sorrir
És quem me faz ansiar o que há-de vir
És a minha lua nas noites frias
És meu inicio e és meu fim
És quem afasta tudo que é ruim
És meu abrigo num dia chuvoso
Minha protecção do calor vigoroso
És quem me resgata dos meus pesadelos
És quem me afaga docemente os cabelos
És quem sem medos me diz a verdade
És quem por sorrir me devolve a vontade
És quem me anima quando estou triste
És quem me ensina que não se desiste
És quem me dá vontade de sorrir
És quem me faz ansiar o que há-de vir
segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Queria dizer-te
Que não te desejo
Mas não sei mentir
Queria poder afastar-me
Mas não consigo fugir
O teu cheiro
O teu gosto
Estão entranhados em mim
Quero acariciar o teu corpo
O teu rosto
E ficar para sempre assim
Vives na minha mente
Monopolizas o meu pensamento
Ainda que tente lutar
Sonhar contigo é o meu alimento
Que não te desejo
Mas não sei mentir
Queria poder afastar-me
Mas não consigo fugir
O teu cheiro
O teu gosto
Estão entranhados em mim
Quero acariciar o teu corpo
O teu rosto
E ficar para sempre assim
Vives na minha mente
Monopolizas o meu pensamento
Ainda que tente lutar
Sonhar contigo é o meu alimento
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Procuro no mar
Sem saber procurar
Busco a tranquilidade
Com receio de nunca a encontrar
Flutuo nas ondas
Tentando equilibrar-me
Mas o ondular
Parece balançar-me
Quero manter-me de pé
Mas tudo à volta me sacode
Parece puxar-me até
Não vou cair… Como pode
Tantas sensações,
Tão vária, tão diferentes
Conviverem com as razões
Tão longínquas, tão presentes
A espuma das ondas
Desequilibra a equação
E as areias profundas
Afinal, essas o que são?
Serão o mais e o menos
De uma soma ou subtracção
Resultado de um problema
Que procura solução
Sem saber procurar
Busco a tranquilidade
Com receio de nunca a encontrar
Flutuo nas ondas
Tentando equilibrar-me
Mas o ondular
Parece balançar-me
Quero manter-me de pé
Mas tudo à volta me sacode
Parece puxar-me até
Não vou cair… Como pode
Tantas sensações,
Tão vária, tão diferentes
Conviverem com as razões
Tão longínquas, tão presentes
A espuma das ondas
Desequilibra a equação
E as areias profundas
Afinal, essas o que são?
Serão o mais e o menos
De uma soma ou subtracção
Resultado de um problema
Que procura solução
terça-feira, 11 de maio de 2010
Aquilo que somos
O que desejamos ser
Aquilo que temos
Sem sequer saber
Aquilo que desejamos
Muito intimamente
Faz com que soframos
No tempo presente
Ansiamos o encontro
Como o ar para respirar
E no entretanto
O tempo demora a passar
Quando nos vislumbramos
Tudo em volta parece parar
E tudo o que sentimos
Põe o nosso mundo a girar
O que desejamos ser
Aquilo que temos
Sem sequer saber
Aquilo que desejamos
Muito intimamente
Faz com que soframos
No tempo presente
Ansiamos o encontro
Como o ar para respirar
E no entretanto
O tempo demora a passar
Quando nos vislumbramos
Tudo em volta parece parar
E tudo o que sentimos
Põe o nosso mundo a girar
terça-feira, 27 de abril de 2010
Vós
Nossos filhos
Sois a nossa alegria
Sorris dando-nos vida
E afastando a melancolia
Hoje um livro esquecido
Amanhã um brinquedo no chão
E mesmo com toda a desordem
Encheis o nosso coração
Desde o dia em que nasceis
Mudais toda a nossa vida
Mas a verdade é que a fazeis
Bem mais colorida
Por vós, tudo fazemos
Sem nada sequer questionar
E todo amor que vos temos
Por nada irá acabar…
Ralhamos, castigamos, zangamos
Porque vos queremos proteger
E assim cada vez mais vos amamos
Não é fácil ver-vos crescer
Nossos filhos
Sois a nossa alegria
Sorris dando-nos vida
E afastando a melancolia
Hoje um livro esquecido
Amanhã um brinquedo no chão
E mesmo com toda a desordem
Encheis o nosso coração
Desde o dia em que nasceis
Mudais toda a nossa vida
Mas a verdade é que a fazeis
Bem mais colorida
Por vós, tudo fazemos
Sem nada sequer questionar
E todo amor que vos temos
Por nada irá acabar…
Ralhamos, castigamos, zangamos
Porque vos queremos proteger
E assim cada vez mais vos amamos
Não é fácil ver-vos crescer
Nunca é tarde
Para aprender
Para oferecer um sorriso
Para viver
Nunca é tarde
Para ser feliz
Para ser verdadeiro
Como sempre se quis
Nunca é tarde
Para dançar
Para construir uma vida
Sem nada a travar
Nunca é tarde
Para partilhar
E com serenidade
A vida abraçar
Nunca é tarde
Para atingir a harmonia
E com tudo o que aprendemos
Viver com sabedoria
Nunca é tarde
Para voltar a ser eu
E para fazer renascer
Quem apenas se escondeu
Para aprender
Para oferecer um sorriso
Para viver
Nunca é tarde
Para ser feliz
Para ser verdadeiro
Como sempre se quis
Nunca é tarde
Para dançar
Para construir uma vida
Sem nada a travar
Nunca é tarde
Para partilhar
E com serenidade
A vida abraçar
Nunca é tarde
Para atingir a harmonia
E com tudo o que aprendemos
Viver com sabedoria
Nunca é tarde
Para voltar a ser eu
E para fazer renascer
Quem apenas se escondeu
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Pózinhos de perlimpimpim
Vão encher o meu sapato
Depois é só fazer plim
E pareço um avião a jacto
Voo por cima das nuvens
Vou para lá do arco-íris
Vejo, no fundo, os homens
As árvores e as casas são minis!
Pelas sete cores do arco-íris
Vou saltando alegremente
Ups foi por um triz
Quase tropeçava… realmente
Sr. Vermelho deixe passar
Sr. Laranja como vai?
O Amarelo sempre a resmungar
Tenha juízo ai ai ai!
Lá está o Verde a organizar
E o Azul muito zeloso!
Vem o anil para completar
Com o violeta sempre vaidoso!!
Vão encher o meu sapato
Depois é só fazer plim
E pareço um avião a jacto
Voo por cima das nuvens
Vou para lá do arco-íris
Vejo, no fundo, os homens
As árvores e as casas são minis!
Pelas sete cores do arco-íris
Vou saltando alegremente
Ups foi por um triz
Quase tropeçava… realmente
Sr. Vermelho deixe passar
Sr. Laranja como vai?
O Amarelo sempre a resmungar
Tenha juízo ai ai ai!
Lá está o Verde a organizar
E o Azul muito zeloso!
Vem o anil para completar
Com o violeta sempre vaidoso!!
Era uma vez o senhor um
Que deu um pum catrapum
Encontrou o senhor dois
Contou-lhe tudo pois pois
Quando chegaram ao três
Saiu tudo de uma vez
Foram visitar o quatro
Mas só lá estava o carrapato
Chegaram a casa do cinco
Encontraram tudo num brinco
Bateram à porta do seis
Que tinha ido aos pastéis
Depois avistaram o Sete
Que vinha a tocar trompete
Logo encontraram o oito
Que dormia no seu leito
Foram ter com o senhor Nove
Que vivia numa couve
Finalmente chegaram ao dez
E começaram outra vez
Que deu um pum catrapum
Encontrou o senhor dois
Contou-lhe tudo pois pois
Quando chegaram ao três
Saiu tudo de uma vez
Foram visitar o quatro
Mas só lá estava o carrapato
Chegaram a casa do cinco
Encontraram tudo num brinco
Bateram à porta do seis
Que tinha ido aos pastéis
Depois avistaram o Sete
Que vinha a tocar trompete
Logo encontraram o oito
Que dormia no seu leito
Foram ter com o senhor Nove
Que vivia numa couve
Finalmente chegaram ao dez
E começaram outra vez
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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