Vão soar as doze badaladas
No grande sino da igreja
Soa a primeira repleta de esperança
De um novo ano que iluminado seja
Soa a segunda bem alto
Os rostos alegram-se ao ouvir
Esperam um ano que seja farto
Esperam um ano para sorrir
Oiçam a terceira tlim tlão
Quarta e quinta a seguir
E vai crescendo em cada coração
O sonho do que está para vir
Sexta, sétima, oitava
Batem compassadamente
Anunciam um futuro ansiado
Que em breve será presente
Batem nove, batem dez, batem onze
Anunciam o fim e o início
Soa a última badalada por fim
Ouve-se o fogo de artifício…
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Natal é...
Natal é Alegria
Natal é Sonhar
Natal é Magia
Sem nunca acabar
Natal és tu e sou eu
Juntos em Harmonia
Natal é o mundo que é meu
Partilhado contigo dia a dia
Natal não são os presentes
Que corremos a comprar
Natal são verbos diferentes
Como sorrir e partilhar
Natal é darmos as mãos
É unirmo-nos num sonho comum
Natal é sermos irmãos
Na s diferenças de cada um
Natal é Sonhar
Natal é Magia
Sem nunca acabar
Natal és tu e sou eu
Juntos em Harmonia
Natal é o mundo que é meu
Partilhado contigo dia a dia
Natal não são os presentes
Que corremos a comprar
Natal são verbos diferentes
Como sorrir e partilhar
Natal é darmos as mãos
É unirmo-nos num sonho comum
Natal é sermos irmãos
Na s diferenças de cada um
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Confusão
A mente vive confusa
Aprisionada num sonho passado
E assim teimosamente recusa
Libertar-se do doce pecado
O coração mais confuso ainda
Quer fugir, isolar-se do mundo
E assim enquanto a esperança finda
Submerge num marasmo profundo
Quer gritar, soltar-se das cordas
Mas não tem força para o fazer
E assim pelos dias negros
Vai-se deixando morrer….
Aprisionada num sonho passado
E assim teimosamente recusa
Libertar-se do doce pecado
O coração mais confuso ainda
Quer fugir, isolar-se do mundo
E assim enquanto a esperança finda
Submerge num marasmo profundo
Quer gritar, soltar-se das cordas
Mas não tem força para o fazer
E assim pelos dias negros
Vai-se deixando morrer….
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Os dias passam
Os dias passam, ficam as noites
Longas, frias mas belas
E por entre toda a negridão
O que sobressai é o brilho das estrelas
São elas que trazem a esperança
Quando cintilam no escuro do céu
E de repente emerge desta imensidão
A alegria que por momentos se escondeu
Longas, frias mas belas
E por entre toda a negridão
O que sobressai é o brilho das estrelas
São elas que trazem a esperança
Quando cintilam no escuro do céu
E de repente emerge desta imensidão
A alegria que por momentos se escondeu
terça-feira, 2 de novembro de 2010
saudades sinto
Saudades sinto de mim
Do que fui , do que serei no futuro
Porque me deixei morrer assim
Sem saber o que procuro
Saudades sinto da vida
Que me deixou só e vazia
Vivo com a alma sofrida
Que em si própria se refugia
Saudades sinto das noites
Em que as lágrimas estavam ausentes
Não eram negras nem tristes
Eram então bem diferentes
Saudades sinto de tudo
Que um dia me fez sorrir
Solto agora um grito mudo
Que faz o meu mundo ruir
Do que fui , do que serei no futuro
Porque me deixei morrer assim
Sem saber o que procuro
Saudades sinto da vida
Que me deixou só e vazia
Vivo com a alma sofrida
Que em si própria se refugia
Saudades sinto das noites
Em que as lágrimas estavam ausentes
Não eram negras nem tristes
Eram então bem diferentes
Saudades sinto de tudo
Que um dia me fez sorrir
Solto agora um grito mudo
Que faz o meu mundo ruir
domingo, 31 de outubro de 2010
No silêncio
No silêncio
Tentam ouvir-se vozes
Que nos tragam à razão
No silêncio
Misturam-se os gritos
Que emanam do turbilhão
No silêncio
Procuram-se afagos
Doces, libertadores
No silêncio
Rompem-se amarras
Evidenciam-se dores
No silêncio
Anseia-se a luz
Distancia-se do ser
No silêncio
Recalcam-se os fantasmas
Que impedem de viver
Tentam ouvir-se vozes
Que nos tragam à razão
No silêncio
Misturam-se os gritos
Que emanam do turbilhão
No silêncio
Procuram-se afagos
Doces, libertadores
No silêncio
Rompem-se amarras
Evidenciam-se dores
No silêncio
Anseia-se a luz
Distancia-se do ser
No silêncio
Recalcam-se os fantasmas
Que impedem de viver
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
De coração partido
De coração partido
Feito em mil pedaços
Que se tentam juntar em vão
Procura resistir ao peito ferido
Vai retirando os estilhaços
Que lhe feriram a razão
Sem sol que lhe ilumine o caminho
Sem ventos que ajudem a navegar
Sem setas a indicar a direcção
Vai caminhando devagarinho
Na esperança de em breve encontrar
Novamente a emoção
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O vento sussurra o teu nome
O vento sussurra o teu nome
Ao seu ouvido
Fá-la sorrir por momentos
Esquecendo o coração ferido
Fechou os olhos
Deixou-se vaguear
Por todas as emoções
Que conseguia abraçar
Mas o vento
Subitamente trouxe a tempestade
E o rosto num ápice enegreceu
Fazendo-a regressar à verdade
O sorriso devorado pela tormenta
Deu lugar à lágrima inglória
E então lentamenteo teu nome
Se apagou da sua memória
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Deste
Deste-me tanto
Despido de tudo
Tiraste-me tudo
Despindo-te de tanto
Deste-me abraços
Em troca de sorrisos
Tiraste-me os sorrisos
Ofereceste-me o pranto
Deste-me vida
Em troca de alegria
Tiraste-me a alegria
Fiquei devastada
Deste-me sonhos
Em troca de amor
Tiraste-me o amor
Em troca de nada
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Amar é dar
Amar é dar
Sem nunca esperar receber
É tocar o coração do outro
Apenas para o proteger
Amar é sorrir
Mesmo quando se quer chorar
É dar a vida por alguém
A quem não queremos magoar
Amar é perceber
Que não há tu nem há eu
Há apenas um mundo
Onde está o que cada um deu
Amar é vibrar
Com um sorriso num rosto sofrido
E é perceber que nesse momento
A vida ganhou o seu sentido
Sem nunca esperar receber
É tocar o coração do outro
Apenas para o proteger
Amar é sorrir
Mesmo quando se quer chorar
É dar a vida por alguém
A quem não queremos magoar
Amar é perceber
Que não há tu nem há eu
Há apenas um mundo
Onde está o que cada um deu
Amar é vibrar
Com um sorriso num rosto sofrido
E é perceber que nesse momento
A vida ganhou o seu sentido
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Lamento
Lamento a chuva que cai
Sem molhar o terreno sequioso
Lamento o sol que não vai
Derreter o coração teimoso
Lamento o vento que não liberta
Os sonhos que tens escondidos
Lamento o mar que não desperta
Os teus mais puros sentidos
Lamento o rio que não lava
A tua alma e te faz sentir
Lamento o monte que te trava
Impedindo-te de sorrir
Sem molhar o terreno sequioso
Lamento o sol que não vai
Derreter o coração teimoso
Lamento o vento que não liberta
Os sonhos que tens escondidos
Lamento o mar que não desperta
Os teus mais puros sentidos
Lamento o rio que não lava
A tua alma e te faz sentir
Lamento o monte que te trava
Impedindo-te de sorrir
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Desespero
Desespero, choro, grito
Quero fugir do turbilhão
Vou desesperando e fico
Agarrada ao meu coração
Que uma mão invisível aperta
Aperta com força e faz doer
E a mágoa que ficou desperta
Não para agora de crescer
Cada vez me sinto mais submersa
Neste mar escuro e sombrio
Luto, mas não tenho mais força
Permaneço imóvel no vazio
Quero fugir do turbilhão
Vou desesperando e fico
Agarrada ao meu coração
Que uma mão invisível aperta
Aperta com força e faz doer
E a mágoa que ficou desperta
Não para agora de crescer
Cada vez me sinto mais submersa
Neste mar escuro e sombrio
Luto, mas não tenho mais força
Permaneço imóvel no vazio
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Estiquei os braços...
Estiquei os braços e agarrei a luz
Tentei não a deixar escapar
Mas o brilho que me seduz
Deixa de iluminar
A luz dissipou-se por entre os dedos
Dúvidas povoaram então a mente
Deslindaram-se em vão os segredos
Que atormentavam o presente
No ar pairou a esperança
De a luz voltar a brilhar
Mas presa por entre os dedos
Será que se vai libertar?
Tentei não a deixar escapar
Mas o brilho que me seduz
Deixa de iluminar
A luz dissipou-se por entre os dedos
Dúvidas povoaram então a mente
Deslindaram-se em vão os segredos
Que atormentavam o presente
No ar pairou a esperança
De a luz voltar a brilhar
Mas presa por entre os dedos
Será que se vai libertar?
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Vagueio
Vagueio descalça na noite
Pelas areias grossas da imaginação
Tento caminhar suavemente
Equilibrando emoção e razão
Balanço entre uma e outra
Sustenho lágrimas teimosas, de dor
Quero soltar o coração amarrado
Dar-lhe vida e dar-lhe cor
Enfrento setas que me lançam
Vezes e vezes sem fim
Umas falham outras acertam
Bem fundo dentro de mim
Bato no fundo sem rede
E então as lágrimas conseguem cair
Já sem esperança abandono-me
À tua mão que me faz emergir
Pelas areias grossas da imaginação
Tento caminhar suavemente
Equilibrando emoção e razão
Balanço entre uma e outra
Sustenho lágrimas teimosas, de dor
Quero soltar o coração amarrado
Dar-lhe vida e dar-lhe cor
Enfrento setas que me lançam
Vezes e vezes sem fim
Umas falham outras acertam
Bem fundo dentro de mim
Bato no fundo sem rede
E então as lágrimas conseguem cair
Já sem esperança abandono-me
À tua mão que me faz emergir
domingo, 26 de setembro de 2010
Dia e Noite
O dia pôs-se negro tal qual a noite
No meu peito arde a dor do desalento
Espero que a noite caia ansiosamente
Desejando um novo dia sem tormento
A noite cai, mas sem o brilho das estrelas
A escuridão aumenta a dor da solidão
As horas passam lentas e eu a vê-las
Procurando por respostas que me não dão
No meu peito arde a dor do desalento
Espero que a noite caia ansiosamente
Desejando um novo dia sem tormento
A noite cai, mas sem o brilho das estrelas
A escuridão aumenta a dor da solidão
As horas passam lentas e eu a vê-las
Procurando por respostas que me não dão
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Reterei para sempre as memórias
Reterei para sempre as memórias
Do teu rosto perto do meu
Decerto contaremos histórias
De um amor que foi meu e teu
De algo que foi só nosso
E que pelos tempos perdurou
Percorremos o nosso caminho
Que das curvas se alimentou
Não foi fácil o seu trilhar
Nem sequer em linha recta
Mas foi bom, tão bom
Ainda que a via não fosse a correcta
Nas linhas que fomos escrevinhando
No grande livro da nossa vida
Escrevemos romance, amor sofrimento
Procuramos a paixão no tempo perdida
Soltamos amarras, vencemos diferenças
Divagamos pelas incertezas
E quando tentamos encontrar o passado
Perdemos todas as nossas defesas
Do teu rosto perto do meu
Decerto contaremos histórias
De um amor que foi meu e teu
De algo que foi só nosso
E que pelos tempos perdurou
Percorremos o nosso caminho
Que das curvas se alimentou
Não foi fácil o seu trilhar
Nem sequer em linha recta
Mas foi bom, tão bom
Ainda que a via não fosse a correcta
Nas linhas que fomos escrevinhando
No grande livro da nossa vida
Escrevemos romance, amor sofrimento
Procuramos a paixão no tempo perdida
Soltamos amarras, vencemos diferenças
Divagamos pelas incertezas
E quando tentamos encontrar o passado
Perdemos todas as nossas defesas
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sentir ou não sentir
Quem não sente é sofrido
É carregado pesadamente pela vida
Caminha quase sem sentido
Ficando muitas vezes à deriva
Quem sente sofre também
Mas é ele quem leva o peso da vida
Vai andando como quem
Procura a cura da sua ferida
Sentir? Não sentir? Que dilema
Sofrer, mesmo que de forma diferente
Lutar tentando diminuir a pena
Daquilo que se sente ou não sente
Imaginar como é não sentir
Sonhar com o momento em que sentirá
E dar consigo a fingir
Que do outro lado não sofrerá
É carregado pesadamente pela vida
Caminha quase sem sentido
Ficando muitas vezes à deriva
Quem sente sofre também
Mas é ele quem leva o peso da vida
Vai andando como quem
Procura a cura da sua ferida
Sentir? Não sentir? Que dilema
Sofrer, mesmo que de forma diferente
Lutar tentando diminuir a pena
Daquilo que se sente ou não sente
Imaginar como é não sentir
Sonhar com o momento em que sentirá
E dar consigo a fingir
Que do outro lado não sofrerá
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Suspensa
Ando suspensa pelo ar
Presa apenas por frágeis teias
Pelo espaço e pelo tempo ando a pairar
Tentando clarear ideias
Vagueio por mil pensamentos
Que atordoam o meu coração
A custo vou afastando os ventos
Que me ocultam a razão
A chuva refresca-me a alma
Infere-me golpes de lucidez
Mas o que resiste não é a calma
Ainda que eu não albergue a insensatez
Tento agarrar a serenidade
Para de novo conseguir assentar
Mas afinal a verdade
Obriga-me a flutuar
Presa apenas por frágeis teias
Pelo espaço e pelo tempo ando a pairar
Tentando clarear ideias
Vagueio por mil pensamentos
Que atordoam o meu coração
A custo vou afastando os ventos
Que me ocultam a razão
A chuva refresca-me a alma
Infere-me golpes de lucidez
Mas o que resiste não é a calma
Ainda que eu não albergue a insensatez
Tento agarrar a serenidade
Para de novo conseguir assentar
Mas afinal a verdade
Obriga-me a flutuar
this is only a dream
This is only a dream
And someday you’ll wake up
You don´t need to scream
You have to make all this stop
Words seem arrows to you
They hurt so deep inside your soul
You cry and ask what to do
But you see no way out of this hole
Your head is spinning around
Like a giant wheal that lost control
The way out is just yours to be found
And this should be your only goal
Just let your head ear your heart’s voice
Give him a chance to speak to your mind
And then you’ll find you have a choice
And this choice is yours to find
And someday you’ll wake up
You don´t need to scream
You have to make all this stop
Words seem arrows to you
They hurt so deep inside your soul
You cry and ask what to do
But you see no way out of this hole
Your head is spinning around
Like a giant wheal that lost control
The way out is just yours to be found
And this should be your only goal
Just let your head ear your heart’s voice
Give him a chance to speak to your mind
And then you’ll find you have a choice
And this choice is yours to find
sábado, 4 de setembro de 2010
Dizer boa noite
Dizer boa noite para quê,
Se ela só te dirá bom dia?
Ficas à espera que te dê
Um momento de alegria
Contentas-te com um sorriso
E tanto tens para oferecer
Mas ela, mulher sem juízo
Nada tem para te dizer
Pões-lhe nas mãos a tua vida
Tua mente, teu coração
Mas ela só faz crescer a ferida
Aberta pela paixão
Se ela só te dirá bom dia?
Ficas à espera que te dê
Um momento de alegria
Contentas-te com um sorriso
E tanto tens para oferecer
Mas ela, mulher sem juízo
Nada tem para te dizer
Pões-lhe nas mãos a tua vida
Tua mente, teu coração
Mas ela só faz crescer a ferida
Aberta pela paixão
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